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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O ECUMENISMO

Pr. Samuel Barreto (Uma pequena contribuição a NÓS BATISTAS em face do movimento ecumenico ALÇIANÇA DE REDES EVANGELICAS em formação)


Ecumenismo é um movimento religioso no ideal supremo de unir todas as religiões num só rebanho aos pés dum só pastor, tarefa específica do FALSO PROFETA no contexto do fim. Segundo o Dr. Aníbal P. Reis, “ecumenismo é a mobilização de todos os artifícios para embaraçar a pregação do Evangelho genuíno, no ideal de debilitar as energias evangelizantes dos crentes. Ecumenistizar significa encurralar, confinar, enclausurar, entocar, encafuar, acuar os crentes debaixo dos telhados dos seus templos...tirar dos crentes a visão missionária. Ecumenistizar é blandícia insidiosa, traiçoeira. É cilada, emboscada, perfídia, estratagema, ardil, tática, astúcia, trama.”
O movimento ecumênico tem acentuado suas atividades globais após o Concílio Vaticano II, quando o PAPA e seus asseclas mudaram totalmente sua estratégia em relação ao mundo evangélico dos chamados “IRMÃOS SEPARADOS”. A velha tática de ameaçar, proibir, prender, queimar, degolar e matar, nada adiantou. Cada crente enterrado ou gota de sangue vertida eram sementes férteis que davam origem à milhares doutros semelhantes. Deus sempre honrou a intrépida coragem dos seus servos na guerra aberta contra as forças infernais do babélico império idólatra-mariolátra. Sentindo-se derrotado em sua estratégia terrorista contra o poder do Evangelho que sempre triunfou na base do fraco contra o forte, do amor contra o ódio, do pequeno contra o grande, do céu contra o inferno, o PAPISMO ROMANO mudou de tática.
Com sorriso de dragão e sagacidade de Lúcifer, o papa e seu exército sanguinário resolveram acenar bandeira branca para o povo de Deus, ainda marcado pelo vitupério do estigma inquisitorial, fundamentados no princípio comunista: “Se não podes com inimigo, alia-te a ele.” É assim que muitos simplórios, oportunistas, ávidos de popularidade, estão caindo nas garras aduncas do ECUMENISMO que, com sorriso matreiro da serpente edênica, abraça os infelizes, totalmente cegos pelo despautério insano ou interesses egoísticos do romanismo papal. No devastador avanço ecumênico pelo mundo afora, muita coisa estranha está acontecendo. O padre, o pastor, o espírita, o católico, o maçom, todos são tratados como irmãos, na tentativa impossível de unir Deus e o diabo aos pés do PAPA.

SER ECUMÊNICO
Pelo que vejo, poucos vão sobrar. Néscios pastores e profetas inescrupulosos, avançam sem parar, nos seus intentos malignos próprios do fim. Felizmente, há sempre o grupo dos “SETE MIL” que jamais dobram seus joelhos em face das operações maldosas, no sentido de trair a Palavra de Deus e arrastar as multidões incautas na direção do abismo ecumênico. Para estes, ser ecumênico é aceitar de bom grado que atos de caridade sejam capazes de cobrir nossos pecados. Clemente Romano, citado pelo Dr. Aníbal P. Reis no seu livro O Ecumenismo, diz o seguinte: “Boa coisa é a esmola como penitência do pecado...pois a caridade cobre a multidão dos pecados...Bem-aventurado o que, em todas as coisas, for achado perfeito, pois a esmola se torna alívio do pecado.”
Ser ecumênico é aceitar que o catolicismo romano seja a verdadeira igreja de Jesus. Na Constituição Dogmática Lumen Gentium está escrito: “Esta é a única igreja de Cristo que confessamos santa, católica e apostólica...levantando-a para sempre como ‘coluna e fundamento da verdade...Esta igreja subsiste na Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele.”( O Ecumenismo, Aníbal P. Reis, pp.84-85).
Ser ecumênico é concordar que só na igreja católica romana há salvação, estando todos perdidos fora dela. Senão, vejam o que diz o Concílio Ecumênico Vaticano II: “Extra ecclesiam nulla salus”(Fora da igreja não há salvação). “Ela é que gera os salvos... pois só pela Igreja Católica de Cristo (a hierarquia), instrumento geral de salvação pode ser atingida toda a plenitude dos meios de salvação.. Esta dogmática tem sido muito bem enfatizada pelos papas, especificamente por Paulo VI que, em sua visita à Colômbia em 68, declarou aos seus fiéis: ‘Eu sou o sucessor de S. Pedro, o apóstolo a quem o Senhor deu as chaves ou os poderes para dirigir e santificar a igreja e para guiar todos os fiéis à sua salvação no paraíso.” (Ibdem, pp.87,89).
Ser ecumênico é estar de acordo com a diabólica idolatria romana que se constitui o maior pecado contra Deus na adoração da criatura em lugar do criador. Assim diz o Vaticano II: “Os santos sejam cultuados na igreja segundo a tradição. Suas relíquias autênticas e imagens sejam tidas em veneração”. São milhares de ídolos, imagens de escultura que são adorados e venerados por Roma em flagrante desobediência à Palavra de Deus em Ex.20.4-5: “Não farás para ti imagens de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás...” E tudo isso é o que mais fazem o papa, prelados e católicos. Só no tempo entre Pio VII (1800) a Paulo VI (1963), houve 228 canonizações. (Ibdem, p.97).
Ser ecumênico é aceitar a virgem Maria como mãe de Deus, mãe da igreja e salvadora do mundo. É o que diz o papa no credo do Povo de Deus, citado pelo Dr. Aníbal no seu livro O Ecumenismo: “Cremos que a Santíssima mãe de Deus, Nova Eva, Mãe da Igreja, continua no céu a desempenhar o seu papel materno em relação aos membros de Cristo, cooperando para o nascimento e desenvolvimento da vida divina nas almas dos resgatados.” Em suas insanas aberrações mariolátricas, a padralhada católica, tentando anular o poder de salvação em Cristo, ensina que “é de se duvidar que Jesus com seu sangue tenha salvado mais almas do que Maria com suas lágrimas”. Isso é uma mentira inaceitável na Palavra de Deus que os ecumenistas têm de engolir calados para não romper os laços fraternais do AMOR PAPAL, fundamentado na heresia tradicional. E para completar, vem o princípio dogmático de que “a Santíssima Virgem Maria, a Imaculada foi elevada em corpo e alma à glória celeste e configurada ao seu Filho Ressuscitado...” Vai mentir assim no Vaticano!!!
Ser ecumenista é crer que, na transubstanciação, o pão e o vinho se tornam verdadeiramente o corpo e o sangue de Jesus Cristo. É o que diz o papa da teologia do Vaticano II: “Creio de coração e confesso de palavra que o pão e o vinho sobre o altar se convertem substancialmente na verdadeira carne e no sangue de nosso Senhor Jesus Cristo...Não está Cristo somente em figura e em virtude do sacramento, mas na sua própria natureza e na sua verdadeira substância.” Querendo agradar os 2.540 bispos presentes no Concílio Vaticano II, assim falou o papa Roncalli sobre o assunto: “Confesso que no santíssimo sacramento da eucaristia, o corpo e o sangue, assim como a alma e a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo estão real e verdadeiramente presentes: que uma transformação se realiza de toda a substância do pão no corpo e de toda a substância do vinho no sangue”. (Ibdem, pp. 64,115) Crer nisso é anular totalmente o sentido memorial da ceia, conforme está escrito em I Co.11.23-25: “...o Senhor Jesus na noite em que foi traído, tomou o pão e tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isso EM MEMÓRIA DE MIM. Semelhantemente...tomou o cálice, dizendo: Este é o Novo Testamento do meu sangue; fazei isto EM MEMÓRIA DE MIM.”
Ser ecumênico é concordar com a doutrina absurda do purgatório, onde as almas expiam suas culpas até passarem para o céu na base de missas, velas acesas, penitências e muita caridade por parte dos vivos interessados no assunto.
Daí a vergonhosa exploração econômica que encheu os cofres de Roma na base da escandalosa venda de indulgências, quando “o purgatório se tornou a cozinha dos padres, sendo o altar da missa o balcão do seu comércio”. Tal doutrina satânica foi aceita pela igreja romana no Concílio de Florença em 1439, anulando o poder do sangue de Jesus no processo remidor dos nossos pecados. Na ganância de ter mais, a padralhada chegou ao ponto de garantir que, quando a moeda indulgente caísse no fundo da arca, a alma do beneficiado pularia do purgatório para o céu. Quanta ganância e engodo juntos!!
Ser ecumênico é acreditar na doutrina dos SETE SACRAMENTOS constituídos pelo batismo, confirmação, eucaristia, penitência, extrema-unção, ordenação e matrimônio, não podendo ser renovados sem sacrilégio o batismo, confirmação e ordenação.
Ser ecumênico é aceitar os 7 livros apócrifos na Bíblia sagrada como Palavra inspirada por Deus aos homens, anulando todo valor da luta travada pelos fiéis através dos séculos contra esta gritante arbitrariedade.
Ser ecumênico é concordar com o batismo infantil como sacramento, desmerecendo o ensino bíblico sobre o batismo por imersão e o exemplo de Jesus ao ser batizado aos 30 anos de idade nas águas do Jordão, conforme Mt.3.13-17.
Ser ecumenista é concordar com o massacre dos santos de Deus na história do cristianismo, quando milhões foram torturados, crucificados, queimados, afogados, enterrados vivos pelos déspotas do “Santo Ofício”.
Ser ecumênico é aceitar que a tradição católica romana seja superior às Escrituras e a igreja tenha poder decisivo em matéria de interpretação da mesma, conforme declarou o papa Roncalli na abertura do Vaticano II: “À igreja pertence a decisão quanto ao verdadeiro significado e explicação das Sagradas Escrituras”, comprometendo-se em jamais explicá-la fora da unânime interpretação dos padres. (Ibdem,p.64).
Ser ecumênico é estar de acordo com a confissão auricular onde o penitente confessa os seus pecados e o padre tem plenos poderes de absolvição, contrariando o ensino bíblico que confere somente a Jesus tal bênção divina.
Ser ecumênico é aceitar que Deus é masculino e feminino. No jornal O Defensor, lemos a seguinte reportagem: “Uma teologia na Perspectiva Feminista, é um dos objetivos da Conferência Ecumênica de mulheres cristãs da Europa...Um dos pontos desta teologia feminista é deixar de considerar Deus no gênero masculino e passar a vê-Lo como UMA MULHER, UMA MÃE, substituindo os pronomes que a Ele se referem por pronomes do gênero feminino.” Também a revista Veja publicou a seguinte reportagem: “Bíblia Americana elimina a palavra ‘homem’. Na semana passada, o Conselho Nacional de Igrejas dos Estados Unidos - a maior e mais influente ORGANIZAÇÃO ECUMÊNICA americana, que representa 32 igrejas e seus 40 milhões de fiéis, entre protestantes, católicos e ortodoxos - tentou dar um fim a esse primado patriarcal, divulgando uma versão da Bíblia que elimina a terminologia masculina das tradições anteriores...Na nova versão Jesus não aparece como o Filho mas como a Criança. Deus não é tratado como Lord (Senhor) mas sim como ‘Sovereign One (algo como soberano). Deus não é apenas ‘Pai’, mas ao mesmo tempo ‘Pai’ e ‘Mãe’. Quando, por exemplo, Jesus ora, pressentindo a morte, Ele diz: ‘Deus minha mãe e meu Pai, a hora é chegada...O fruto de dois anos de trabalho de uma comissão ecumênica de onze teólogos, entre os quais um católico... pretende ser um guia de consulta para os pregadores que preparam seus sermões dominicais.” Será que ainda há alguém capaz de aceitar essa pretensão? Nada se pode duvidar no contexto do fim, em matéria de degeneração ecumênica.
Mas no céu todos são assexuados. Não há macho nem fêmea. Numa linguagem antropomórfica, o nome de Deus figura na Bíblia e na história como masculino e nunca como feminino ou neutro. Isso porque a posição correta do homem é a de liderança, cabeça, chefia, domínio sobre toda a criação na condição de representante divino, feito à imagem e semelhança de Deus, conforme Gn.1.26: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança...”. Isso não resulta em nenhum demérito para o elemento feminino, pois a posição correta da mulher é a de varoa, ajudadora, aquela que está sempre ao lado do homem a fim de administrar a coisa criada, conforme Gn.2.23: “Esta é agora osso dos meus ossos e carne de minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.” Reduzir Deus à condição feminina, invertendo a ordem da criação é adulterar o ensino bíblico e contrariar todo propósito divino, invertendo a ordem das coisas. Este sempre tem sido o desejo de Satanás, concretizado em termos hodiernos nos ideais ecumênicos.

MÉTODOS ARDILOSOS
Roma sempre quis se impor no mundo religioso pelo ódio, pela força e pelo terror da tortura e das fogueiras. Fracassando, deseja agora fazê-lo pela blandícia, hipocrisia e falsidade. O papa e seus prebostes eclesiásticos sabem que este é o caminho certo na conquista do que não foi possível pelo ódio repressivo da inquisição. É através de tais métodos ardilosos que grande sucesso tem sido alcançado. Estatísticas dão conta de que mais de 3.507 igrejas de 209 denominações já caíram como vítimas do flagelo ecumênico. Um exemplo típico é o pentecostalismo. Em seu carismatismo doentio, ficaram tão emocionados que findaram aceitando o culto idolátrico à virgem Maria. “Representantes católicos e da igreja PENTECOSTAL chegaram a um novo entendimento sobre o papel de Maria no Cristianismo...Este novo entendimento foi alcançado numa reunião ecumênica entre católicos romanos e pentecostais em Viena...Os católicos descobriram que Maria entra efetivamente na pregação e devoção pentecostais. Estes, por sua vez, vêem que a intercessão de Maria no ensinamento da Igreja Católica Romana não prejudica a mediação única ensinada na Bíblia”( A Tarde, 27-10-81). Quanta insensatez e cegueira espirituais!!
É neste clima de muita emoção e falso diálogo que muitos padres estão colocando seus púlpitos ao dispor dos pastores evangélicos, na viva esperança de que a recíproca seja verdadeira. Há muito que no interior mineiro, até campanha evangelística tem sido patrocinada pela igreja batista, maçonaria e igreja católica. Assim noticiou o JB de 31-8-86: “Sexta, sábado e domingo foram gastos em palestras e testemunhos em colégios, igreja batista e na igreja católica.” Bem próximo à nossa região, um padre acaba de fazer uma palestra ao púlpito duma igreja batista. De Araruama - RJ - chega-nos a seguinte manchete pelo JB de 24-3-96: “PASTOR BATISTA PREGA EM MATRIZ CATÓLICA”. Que beleza!! O amor do PAPA está mesmo unindo todos que não sabem distinguir entre a verdade e a mentira no contexto do fim.
O povo batista tem se destacado na História Universal como campeão da liberdade, na luta acirrada contra a idolatria, apostasia e a escravidão da consciência humana. Milhares têm tombado impertérritos como verdadeiros mártires nesta guerra santa. Assim sendo, não podemos confiar nos gestos amistosos dos “PUPILOS” de Roma, quando há pouco destruíam nossos templos, queimavam nossas bíblias e ainda, com o látego da inquisição, fustigavam nossos irmãos. Toda iniciativa ecumênica não passa de uma estratégia vigarista no sentido de enganar e anular o poder da VERDADE pregada com sangue e lágrima pelos santos de Deus. A hora em que vivemos é de acirrada luta contra o mal. Não podemos continuar calados, inertes em face da escalada mundial do papa e seus papólatras, usando todo ardil para aguilhoar as multidões incautas e arrastá-las a seus pés, na base da pertinácia utópica de um só rebanho e um só pastor.

ROMA SEMPER EADEM
É mundialmente conhecida a grande influência sócio-política, cultural-religiosa, exercida pelo tremendo império romano. Jesus nasceu e morreu em plena hegemonia política do famigerado império, regando com o próprio sangue a terra fértil da verdadeira igreja, composta de todos os salvos pela graça divina. Ser crente em Roma era desafiar todo ódio do inferno e dos Césares, expondo-se às garras afiadas de famintas feras sob delirantes aplausos das multidões ávidas de sangue. Como monstros cruéis e bestas humanas, lá estão Nero, Calígula, Vespasiano, Claudio, Tibério, Trajano, Domiciano e tantos outros que trucidaram, massacraram e destruíram prazerosamente os santos de Deus.
Segundo Tácito, os crentes “eram vestidos de peles e despedaçados pelos cães; outros morreram na cruz ou nas chamas, queimados após o pôr-do-sol para alumiar as trevas. O próprio Nero cedeu os jardins do seu palácio para o espetáculo”. Mas o tempo passou e os Césares foram substituídos pelos papas, todos com o mesmo instinto sanguinário, cheios de ódio contra os santos de Deus. Foi das cinzas de corpos em chamas e das areias encharcadas de sangue inocente que nasceu o império religioso, cuja doutrina idólatra-mariólatra tem feito o mundo estremecer em face de tanto sangue derramado na acirrada luta contra a Verdade. Basta ler a história da inquisição no período de 1485 a 1808 para logo se concluir que Roma “semper eadem”.

INSTRUMENTOS DE TORTURAS
Nunca se viu tanto requinte em matéria de perversidade e repressão contra o povo de Deus. Mentes sanguinárias se esmeravam na perversa arte de inventar instrumentos de tortura que, dentre muitos, se destacam os seguintes: A FORQUILHA DO HEREGE. Esta consistia numa barra de ferro de pontas afiadas em forquilha que era fixada entre o queixo e o osso externo do martirizado, deixando-o de rosto para cima sem poder olhar para baixo, só podendo pronunciar a palavra “ABIURO”(abjuro). Quando isso não acontecia, o infeliz era transformado em cinzas nas fogueiras do “Santo Ofício”. A GAIOLA era um engradado de ferro em forma do corpo humano, onde o condenado era preso e pendurado ao ar livre para morrer de fome e sede.
O CAVALO ESPANHOL era um cavalete de madeira com uma aresta afiada no centro que penetrava na região retal do martirizado, quando ali era montado de mãos atadas para traz, tendo seus pés impulsionados para baixo por dois pesos de 15 quilos, pendurados em cada um. A VIGÍLIA era uma pirâmide pontiaguda onde a vítima era sentada, tendo os braços e pernas amarrados em cordas presas em grampos nas paredes laterais. A ponta da pirâmide deveria penetrar na região anal do martirizado, causando-lhe tormentos indescritíveis até a morte ou retratação. A VIRGEM DE NUREMBERGUE era uma espécie de caixão com pontas afiadas no seu interior que penetravam nas partes não vitais do corpo da vítima, ali encerrada, até sua morte. A CADEIRA INQUISITÓRIAL era composta de pontas agudas que penetravam no assento da vítima, sendo geralmente aquecidas para aumentar o suplício. Tudo isso sem se falar nas chamas ardentes das fogueiras exterminadoras da “Santa Inquisição”, donde milhares voaram para o céu, deixando seus corpos carbonizados para gáudio dos papas imorais e assassinos, como se seguem.

A PAPISA JOANA
Barbaridade e imoralidade sempre andaram juntas. Na história do papado romano isso tem sido real. Basta lermos “NOITES DE LUCRÉCIA BORGEA”, “O PADRE, A MULHER E O CONFESSIONÁRIO”, “MULHERES ESQUECIDAS NOS CONVENTOS”, “FORA DO LABIRINTO CATÓLICO ROMANO”, “CINQÜENTA ANOS DE IGREJA CATÓLICA” etc. para termos um pálida idéia do que se passa na face oculta deste terrível império papal. Ricardo Mayorga, em sua obra “A VIDA DA PAPISA JOANA”, afirma que a referida papisa deu à luz uma criança em plena procissão nas proximidades do templo de São Clemente, enquanto o povão cantava “Pater de oelis Deus, misererenobis...”Sancta Maria, ora pro nobis...omne sanctae virgines et viduae ora pro nobis...”E para completar o espetáculo horripilante, a multidão papólatra ignara ao ouvir o choro da criança, exclamou em alta voz: “Milagre!! Milagre!! Milagre!!”
Modernos historiadores do catolicismo romano querem negar tal fato, dizendo ser invenção dos seguidores de Lutero. “Mas o inquisidor Bernardo Guy, o religioso Teodorico de Niem e vários autores dos séculos XI,XII E XVI” dizem que ela foi real nos idos de 855. Além disso, havia um busto da referida papisa “entre os papas Leão IV e Benedito II na Catedral de Siena.” ( Lutero e a Igreja do Pecado, p.27) . Mas veja a sua história narrada pelo escritor CATÓLICO Fernando Jorge na obra supra citada: “Ora, se ela viveu em nosso planeta, por que os católicos insistem em dizer que é apenas um mito popular? Em minha opinião – e eu sou um escritor católico – negam o fato por hipocrisia, por farisaísmo. A papisa Joana, filha natural de um frade inglês, engravidou após manter relações sexuais com um criado e pariu durante uma procissão. Mãe e filho teriam falecido neste momento. Bartolomeu Sacchi informa: depois disso, em toda eleição de novo papa, este se sentava numa cadeira com um orifício no centro, para ser apalpado pelos cardeais...Se a hipocrisia dos meus irmãos católicos não a destruiu, essa cadeira está no Museu do vaticano, à disposição de quem quiser vê-la. O móvel, se ainda se encontra lá, é a prova material de que o pontificado de Joana não é lenda. Existe em torno do assunto, uma respeitável bibliografia, ignorada pelos historiadores da Igreja Católica...O fato é que os “vigários de Cristo” agiam como tigres sanguinários.” ( Ibdem, pp. 27-28).
O PAPA ALEXANDRE VI
Na condição de pai, sogro e amante da imoral Lucrécia Borgea, “este foi o mais corrupto de todos os papas da Renascença” que já passou pelo Vaticano como “Pai dos pais” e “Vigário de Cristo” (imaginem), dirigindo a Igreja entre 1492 a 1503. “Em troca de 24.000 peças de ouro, ele autorizou um nobre a cometer incesto com a própria irmã.” (Ibdem, p.35).Uma de suas amantes, “Giulia, la Bella, esposa de um Orsini” foi apelidada de A NOIVA DE CRISTO. Esse cidadão está pagando caro na eternidade por tal blasfêmia.
Como traficante de objetos sagrados, ele “vendeu favores religiosos, lançou mão do assassinato a fim de obter lucros políticos, distribuindo os fundos da Igreja entre os filhos e parentes.” Seus aposentos eram freqüentados por bêbadas prostitutas a fim de saciar seus instintos sexuais que o levavam às mais sórdidas fantasias do gênero. No dia 30 de outubro de 1501 ele promoveu uma grande bacanal no Vaticano onde “cinqüenta prostitutas se achavam ali presentes, chamadas de cortesãs, por que não vinham da plebe. Após o repasto, elas se puseram a dançar com os criados e as outras pessoas, vestidas de início mas depois despidas. Velas e nozes foram postas no chão para que as mulheres nuas as apanhassem de cócoras, andando de gatinhas entre os candelabros flamejantes...Quase no fim do espetáculo, apareceu uma coleção de mimos: anéis, broches, colares, meias finas, mantos de seda. Estes seriam os prêmios dos machos que copulassem o maior número de vezes com as belíssimas prostitutas.”
“O papa Alexandre VI e seus filhos César e Lucrécia Bórgia, entregaram os prêmios aos campeões...no papel de juizes do original torneio. Para encher os cofres do Vaticano com muito dinheiro, o PAPA escolheu nove prelados, os mais ricos de sua corte, e no ano de 1503 os transformou em cardeais, durante a festa do dia de São Pedro. Entretanto, impelidos pela ganância, como narra o biógrafo Gordon no tomo II da Vida do papa Alexandre VI, o sumo-pontífice e o seu filho César Bórgia conceberam o plano de envenenar não só os nove cardeais, como também alguns cidadãos opulentos de Roma.”
“Os dois decidiram oferecer uma ceia a esses homens na propriedade do cardeal Adriano de Corneto, dono de imensas riquezas, que estava também destinado a virar defunto. A fim de cumprir o plano diabólico, César Bórgia enviara ao despenseiro de Alexandre, algumas garrafas de vinho, onde colocou o veneno cantarella – uma espécie de pó branco parecido com açúcar, cujos efeitos letais já eram conhecidos em grande número de pobres inocentes, fazendo-os morrer em estado deplorável. Segundo o biógrafo Gorden, o tal veneno devia ser o arsênico, ‘arma secreta’ dos Bórgias. Se a dose é forte, a pessoa sente um aperto doloroso na garganta, náuseas, vômitos e expele uma abundante secreção pelo nariz e pela boca. Após isto, vem a anúria, a sede ardente, as convulsões, as sensação de asfixia. Os suores viscosos precedem a morte...César Bórgea, antes da ceia, recomendou ao despenseiro para somente dar o seu vinho àspessoas indicadas por ele.”
“Na tarde do dia 10 de agosto de 153, César e Alexandre se dirigem à propriedade do cardeal Corneto nas proximidades do Vaticano. Devido ao calor excessivo, o papa quis beber, refrescar-se, mas como o despenseiro que recebera as ordens de César tinha ido até o Vaticano a fim de trazer alguns pêssegos , o seu ajudante, ignorando o acordo, encheu um grande copo com um dos vinhos envenenados e o entregou ao copeiro. Logo o líquido mortífero caiu na goela sedenta do papa...Quando pai e filho se sentaram à mesa, o veneno começou a agir. Sacudido por violentas convulsões, Alexandre rolou da cadeira e estatelou-se no chão como se tivesse sido fuzilado...No dia 16 de agosto, o papa Alexandre VI se despediu da vida.” . (Ibdem, pp.38-39). Lá se foi mais um VIGARIO DE CRITO que bateu os costados nos currais eternos de modo tão vil, digno do seu império religioso. O texto de Gl.6.7 foi real na vida do perverso mitrado: “Deus não se deixa escarnecer; pois tudo que o homem semear, isso também ceifará.” Assim sendo, como poderemos agora selar uma união ecumênica com os representantes de tal império? Fazer isso significa cuspir no rosto de Jesus. Infelizmente, é exatamente isso que muitos estão fazendo em nome do amor que virou Roma.

NA IDADE MÉDIA
Foi assim que a Idade Média ficou marcada na História pelos horrores refletidos em matéria de imoralidade e perversidade da padralhada do “Santo Ofício”. Só na Espanha foram exterminados quase 50.000 servos de Deus. Mas durante os 1.200 anos de Idade Média, segundo J.M. Carroll, CINQÜENTA MILHÕES pereceram nas garras famélicas dos papas que alimentavam “sua mão de ferro com o sangue mártir tirado dos Paulicianos, Arnoldistas, Henricianos, Petrobussianos, Albingenses, Waldenses e Anabatistas.” (O Rastro de Sangue, p.26). “Antes de Lutero, Roma não dialogava com os cristãos dissidentes, mas fazia prevalecer sua férrea autoridade. De 1200 a 1250 ela exterminou um milhão de albingenses...Em 24 de agosto de 1572, na trágica noite de São Bartolomeu, cerca de 100 mil huguenotes (protestantes franceses) pereceram na França...ao ponto de as ruas de Paris ficarem juncadas de cadáveres e o Sena correr vermelho!”( Abraão de Almeida - Babilônia, Ontem e Hoje, p.142). Tal ato brutal e selvagem foi comemorado com muito júbilo e alegria ao som do “TE DEUN” pelo papa Gregório XIII. A história está repleta de fatos assim, praticados “pelo vigário de Cristo no céu e no inferno,” como se proclamou o papa Inocêncio III em 1.215, ao coibir a leitura da Bíblia e instituir oficialmente a famigerada INQUISIÇÃO ( O Estado do Vaticano, p.7).
Porém, o maldito tempo da Inquisição, das Cruzadas e dos Césares, passou. Os terríveis tribunais do “Santo Ofício” desapareceram. Os carrascos inquisidores como Torquemada, D. Fernando de Guevara, Diego de Deza e tantos outros que já estão na eternidade, sofrendo os tormentos das chamas eternas, como recompensa justa por tudo que causaram aos santos de Deus.
Todavia, Roma “semper eadem”. Basta chegar ao estado da Paraíba para logo sentir as marcas inapagáveis de templos incendiados e crentes massacrados pelas turbas enfurecidas do Frei Damião que viveu o bastante para subir a rampa do Alvorada ao lado do presidente Cóllor de Melo, o qual pagou caro em conseqüência das MALDITAS BÊNÇÃOS do papa. (Vide Bênçãos Papais). O livro Torturas e Torturado do ex-padre Aníbal Pereira Reis é suficiente para se ter uma idéia do que o papa e seus prebostes são ainda capazes de fazer com os que, em sã consciência, largam os perversos caminhos da idolatria romana para seguir a Cristo.

ATÉ OS ANIMAIS?
Na onda ecumênica, nem os animais ficam de fora. Luiz Gonzaga - o rei do baião - diz que o jegue é nosso irmão. O mesmo acontece com o cachorro por parte de Alzírio Zarur. Considerando que irmãos são filhos do mesmo pai, não sei como tudo isso pode ser considerado aos olhos de Deus. Mas Jo.8.41-44 nos mostra a indignada resposta de Jesus a um grupo de judeus que o pressionou sobre o assunto, nos seguintes termos: “Vós tendes por pai o diabo e quereis satisfazer os desejos do vosso pai...” Pois bem, é aqui que se enquadra toda irmandade ecumênica na base da falsidade religiosa. Digo isso porque, há pouco tempo, os crentes eram tratados pelos católicos como heréticos inimigos, tendo suas Bíblias queimadas e seus templos destruídos. De repente, os hereges viram irmãos e os inimigos amigos, tudo na base da falsidade e interesses pessoais. Assim sendo, as verdadeiras ovelhas de Jesus devem ter muita prudência para não serem papadas pelo papa por meio de atrações sedutoras, sabendo que, no ilusório mundo ecumênico, nada sobra em nome do amor de Roma.

IRMÃOS ECUMÊNICOS
No mundo sem salvação,
De cegueira e escravidão,
` Já disse Alzírio Zarur
Que na outra encarnação
Não sobra nem canguru.
Sem qualquer separação,
Lebre, paca ou jaburu,
Até o cão é nosso irmão.
Nunca ouvi tanta asneira
Em nome da religião.
Parece até brincadeira
Se não for coisa do cão.
Pelas plagas do sertão,
Segundo o rei do baião,
Até jumento é nosso irmão.
Do Gonzaga ao Zarur,
Vem do padre a decisão.
Prá ele, jegue ou tatu,
Do cachorro ao canguru
Nada disso é nosso irmão.
Porém o pastor batista
Na visão ecumenista
É o seu querido irmão.
Dentro da religião,
Entre pastor e prelado,
Mormon, padre ou maçom,
Ninguém é discriminado.
Branco, preto ou marron,
Sabatista ou budista,
Vidrado no alcorão,
São aceitos como irmãos.

Do papa ao bispo Macedo,
Sacerdote ou Maomé,
Confúcio ou padre quevedo,
Da Mesquita à santa Sé.
Diabo, santo ou tirano,
Na malta do vaticano
São unidos pela fé.
Fora da visão divina,
Na doutrina ecumenista
Vale toda opinião.
Até o pastor batista,
Perdido na confusão,
Padre, jegue ou marxista,
Do cachorro ao feiticista,
TUDO VALE COMO IRMÃO.

NEM O DIABO SOBRA
No acelerado ritmo ecumênico, a ação febril de unir todos num só rebanho é tão forte que nem o diabo escapa, conforme noticiou a revista Vinde: “Apesar de todas as diferenças que separam evangélicos e cadomblecistas, existe em Salvador um pastor que acha ser possível a conciliação religiosa entre os dois grupos. É o pastor Djalma Torres da Igreja Batista de Nazareth, uma comunidade independente que defende o ecumenismo. “ACHO QUE OS CRENTES DISCRIMINAM OS FIÉIS DO CANDOMBLÉ”, opina Djalma... que admira os ritos praticados nos terreiros e costuma frequentá-los. Mas não vai lá falar do Evangelho. Ele, aliás, critica os crentes que querem converter os cadomblecistas. ‘É UM ERRO ACHAR QUE A RELIGIÃO DELES É DO DIABO’.
“Precisamos respeitá-los, pois sua fé tem muita coisa boa que precisamos aprender...Não há nada de demoníaco. Os pentecostais se manifestam do mesmo modo, falando línguas estranhas e profetizando. São fenômenos semelhantes’...O maior sonho do pastor Djalma é PROMOVER A REUNIÃO DAS RELIGIÕES. “Essas diferenças devem ser deixadas de lado porque cada um adora a Deus da maneira que lhe parece mais acertada.”(Vinde, novembro 96, p.31) E para completar o quadro, vejam o que noticiou o jornal A Tarde: “Ato Ecumênico pelo Ilê Aiyê. Um ato ecumênico no Pelourinho marcou ontem as comemorações de aniversário do bloco carnavalesco Ilê Aiyê...O ato foi presidido pelo pastor Narcival da Igreja Batista de Nazareth e pelo padre Tomé da Paróquia da Pituba e contou também com a participação da mãe-de-santo, Mãe Hilda, a matriarca do bloco.” Pelas catacumbas de Roma, isso é demais.
Para glória do anticristo, cresce o bloco dos que aspiram à impossível união de Deus e o diabo no miasmático pântano ecumênico. No coração dos corifeus ecumenistas, o sonhos coincidem. Do babalaô ao macumbeiro, do papa ao padre de interior, do simples pastor batista ao presidente da ABM, todos se lançam, indiscriminadamente, a todo vapor no ideal maligno de ver todos unidos num só rebanho. Até no mundo político isso é real. No Maranhão, O PADRE E O PASTOR se unem como PREFEITO E VICE na liderança da cidade de Bom Jesus das Selvas em nome do BOM JESUS DE ROMA para vergonha do verdadeiro JESUS DO CÉU, deixando “as divergências doutrinárias de lado pelo bem da comunidade”, num passo inusitado em matéria de união entre católicos e protestantes que não protestam. Diz a reportagem da Vinde que durante a campanha política da DUPLA ECUMÊNICA, “o padre Ribamar fazia a oração inicial e o pastor Pedro finalizava.”( Vinde, novembro 96).

OS BATISTAS BRASILEIROS
Felizmente ainda nos restam os crentes fiéis que não se calam em face da onda catastrófica que ameaça o milenar RASTRO DE SANGUE do verdadeiro povo de Deus na história universal. É o caso dos batistas brasileiros que, com raras exceções, até a década de 70, têm se mantido firmes contra os golpes traiçoeiros do papa, em matéria de união. Vejam o que disse o Pr. José dos Reis Pereira - de saudosa memória - sobre ECUMENISMO em sua mensagem de encerramento da 52ª Assembléia da Convenção Batista Brasileira em Salvador - Ba - no ano de 1970:
“A primeira tomada de posição na 52ª Assembléia, foi contra o movimento ecumenista. Por mais de uma vez...a assembléia manifestou-se contra esse movimento que, sob aparência de amor cristão e boa vontade evangélica, conduz para o desfiguramento do Cristianismo de Jesus Cristo...Os batistas brasileiros são contra o ecumenismo, porque se propõe a esquecer as diferenças entre os grupos chamados cristãos quando estas não podem ser esquecidas, uma vez que isso envolve infidelidade à Palavra de Deus. Por causa dessas diferenças, nossos antepassados sofreram a prisão, o espancamento e a morte. E eles acharam que valia a pena morrer por amor a elas. Acharam que não podiam fazer causa comum com aqueles que repudiavam o ensinamento da Palavra de Deus sobre coisas tão importantes como o verdadeiro conceito de igreja de Jesus Cristo. Como iremos nós considerar igreja de Jesus Cristo um grupo composto de pessoas que não passaram pela experiência da regeneração? Os batistas brasileiros são contra o ecumenismo porque não podem admitir a hipótese de cultos em comum e realização de cerimônias em comum com pessoas que ainda conservam práticas idolátricas e mais elevado padrão de comportamento cristão autêntico, usando para isso o recurso inteiramente bíblico da disciplina...Porque, no esforço de igualar a todos, ele vem esvaziar o trabalho evangelístico e a obra missionária. Para que pregar o Evangelho no Brasil se as estatísticas informam que 98% de nossa população crê em Deus? Por que apelar para a vinda de mais missionários se o país é cristão na sua absolutíssima maioria?...É preciso ter cuidado para que nossas posições não venham a ser abaladas...Lembremo-nos da abertura cristã de Constantino...Mostrou-se amigo dos cristãos, deu-lhes presentes... e corrompeu-os...Daí por diante não houve mais resistência ao abraço fatal do império...E como já disse A.H.Newmann, o Cristianismo se tornou tão forte que foi adotado como religião do Estado e tão corrupto que se regozijou com essa adoção.”(JB, 1-3-70, p.2)

TEMPOS HODIERNOS
Até então, esta tem sido a posição firme da nossa CBB contra o famigerado ECUMENISMO, em face dos hediondos crimes do Vaticano contra nossos irmãos do passado e de seus princípios doutrinários heréticos que se erguem entre nós, como muralhas intransponíveis. Infelizmente, o tempo passa e as coisas mudam. Vi na TV e li estarrecido nos jornais sobre o presidente da Aliança Batista Mundial - Pr. Nilson do Amaral Fanini - de mãos dadas com o papa, propondo um plano ecumênico para “EVANGELIZAÇÃO” do mundo até o ano 2.000, na tentativa ímpar de reduzir o intransponível MURO doutrinário, ético-moral-espiritual que nos separa através da história, conforme foi noticiado pelo Jornal do Brasil de 24-11-96. Interrogado sobre as diferenças entre A FÉ BATISTA E A FÉ CATÓLICA, o pastor declarou que estas “são menores do que se imagina”(pasmem os céus!!) “e podem ser resumidas por um leigo como o governo democrático da igreja em que os pastores, todos formados em teologia”(todos? ) “são eleitos pelo voto direto dos fiéis e o batismo é voluntário. ‘Só quem acredita em Jesus e decide ser batizado recebe o sacramento’”(Sacramento?) “O pastor destaca que, ao contrário das igrejas evangélicas, que fazem muito dinheiro cobrando dízimos de seus fiéis, na fé batista as contribuições financeiras são voluntárias e os serviços religiosos - casamentos, batizados, funerais - gratuitos.”
Mas somente isso? E os livros apócrifos, e a satânica idolatria, e a mariolatria, e a doutrina do purgatório, e o batismo infantil, e a salvação pela igreja e pelas obras, e a tradição, e o casamento dos padres, e o papa como vigário de Cristo, e a salvação depois da morte, e a virgindade e ascensão de Maria, e a transubstanciação, e o culto aos mortos, e a degeneração dos padres, e a confissão auricular, e Maria como mãe da igreja e mediadora entre Deus e os homens, e Pedro como fundamento da igreja e não Cristo, e o paganismo romano, e o massacre dos crentes através dos séculos, e a perversidade e imoralidade dos papas, e a história da Inquisição, e o permissivismo de Roma?
Esquecer-se de tudo isso em nome de qualquer passo ecumênico é dar lugar ao espírito do anticristo camuflado de anjo bom ou lobo disfarçado de cordeiro. É anular o poder do Evangelho, adoçando o veneno letal da macabra filosofia idólatra-mariólatra, marcada por toda espécie de imoralidade bem visível na história universal, disfarçada em cada contexto sócio-político-religioso. É tentar misturar a verdade com a mentira, a luz com as trevas, o santo com o profano, a felicidade com a desgraça, a morte com a vida, o céu com o inferno, tendo o PAPA como copeiro-mor do maldito coquetel.
Tenho absoluta certeza de que, se ainda vivo, o pastor Reis Pereira ergueria sua voz solene e usaria sua pena inconteste para vergastar inclemente tamanha apostasia, inclusive o que aconteceu na 80a ASSEMBLÉIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA em São Paulo, quando dois padres foram convidados a tomar lugar na plataforma como autoridades eclesiásticas representantes do CATOLICISMO ROMANO na noite de abertura formal dos trabalhos convencionais. E para completar a panacéia ecumenista, o presidente da Aliança Batista Mundial, se desmanchou no seu sermão evangelístico em noite especial rumo aos antros infernais da TEOLOGIA DA PROSPERIDADE e do ecumenismo, apelando para que os presentes aceitassem “O FILHO DE MARIA” como SALVADOR PESSOAL. Finalmente, para gáudio do papa João Paul II e alegria de Roma, o representante mundial dos batistas fez o idolatrado nome de “NOSSA SENHORA” aparecer com destaque no processo bíblico de salvação, única e exclusivamente, cabível ao FILHO DE DEUS. Se o modismo lançado pelo líder ecumenista pegar, teremos, doravante, milhares de púlpitos batistas apresentando às multidões nos cultos dominicais O FILHO DE MARIA em lugar DO FILHO DE DEUS, num deletério jogo de palavras que compromete duramente a fé cristã. Embora, em sua essência, o Personagem seja o mesmo, na simbologia eclesiástica o termo “ FILHO DE MARIA” encerra a conotação preponderante do romanismo idólatra-mariólatra, extremamente abominável aos santos princípios do verdadeiro Evangelho.
Felizmente os verdadeiros servos de Deus saíram revoltados desta assembléia convencional, protestando contra os tendenciosos modismos ecumênicos que só fazem perturbar, macular, envergonhar e dividir o sofrido POVO BATISTA há muito assolado pela ganância de popularidade expressa por grandes líderes que perderam a noção do que é certo ou errado, falso ou verdadeiro, santo ou profano, divino ou satânico. O que nos consola nesta visão caótica própria do fim é a ala dos irresistíveis “SETE MIL” que, desde os tempos de Elias, nunca se dobrara perante os “BAALIM” contemporâneos.
Os verdadeiros crentes não podem aceitar calados qualquer pacto ecumênico na certeza de que isso resultará no destino catastrófico dos batistas brasileiros. Desde Judas Iscariotes, é a primeira vez na história do cristianismo que um líder mundial do povo batista pousa perante o mundo de mãos dadas com o papa e troca termo milenar de FILHO DE DEUS por “FILHO DE MARIA” como Salvador da humanidade. Tenho certeza de que, se os santos de Deus que foram torturados, queimados, apedrejados, crucificados e esfolados vivos, ressuscitassem numa hora desta, eles clamariam a ira divina contra essa vergonha, em face do seu sangue derramado pelas garras assassinas dos mitrados ancestrais. Se continuarmos assim, não sei o que será dos batistas brasileiros em matéria de unidade denominacional. É neste contexto sombrio de perplexidade ecumênica que o grito profético de Amós 3.3 define nossa posição: “Como poderão dois andarem juntos se não estiverem de acordo?” Só mesmo em mentes poluídas pelos gazes mortíferos de preguiçosos “VENTRES ECUMÊNICOS” é que cabe tal aberração pagã, no ideal de contrariar tudo que Deus firmou em Sua santa Palavra.



UMA DURA EXPERIÊNCIA
Há pouco estive pregando numa boa igreja aqui no Sul da Bahia, onde conversei fartamente com o colega, ex-missionário de nossa JMN em Paulistana - Piauí. Instigados por freiras e padres, seus fiéis começaram a perseguir e ameaçar o missionário até que fosse embora. Um dos lances mais dramáticos, dignos da Inquisição, foi o que se deu com o jovem Edelberto. Convertido ao Evangelho em tenra idade, o padre conseguiu jogar o pai do moço contra o pastor, na base de todo tipo de ameaças a fim de evitá-lo seguir a Cristo. Certa feita, encostando o cano do revólver no rosto do missionário, disse-lhe aos berros: “Se meu filho continuar indo à sua igreja, eu o matarei com esta arma.”
No domingo à noite quando o menino estava no culto, o pai entrou, cheio de ira, pegou o filho e começou a surrá-lo descontroladamente com uma tira de pneu. No dia seguinte, o garoto procurou o pastor para mostrar-lhe os ferimentos da tremenda refrega. Proibido de freqüentar os cultos, queria que o pastor lhe ensinasse a Bíblia. Mas isso teria de ser às ocultas a fim de evitar o pior. Foi assim que ambos procuraram um lugar deserto, à sombra duma árvore frondosa. Dirigindo-se à parte, cavou o solo e desenterrou sua Bíblia envolta em plástico que ali escondera sob ordens do padre para que a queimasse. Foi assim que o menino cresceu aprendendo a Palavra de Deus longe do alcance do Sô Vigário.
De maior idade, filiou-se à igreja batista através do batismo. Hoje é um dos grandes colaboradores da obra local. Infelizmente o velho pai levou a pior. Vítima de inesperada congestão cerebral, hoje se encontra cego e paraplégico, movendo-se numa cadeira de rodas. Nossa oração é que encontre Jesus como Salvador pessoal antes de enfrentar a eternidade. Mas enquanto isso, as garras afiadas do papa continuam sendo as mesmas dos Césares. Fico estarrecido com a ingenuidade dos incautos em face dos hodiernos acenos ecumênicos, que se constituem os últimos recursos romanos para conseguir tudo que não foi possível através da guilhotina, do fogo, da masmorra, do chicote, da tortura, das feras, da inquisição. Ecumenismo é a isca satânica no desesperado esforço de impor ao mundo religioso a sanguinária hegemonia papal, relegando ao esquecimento o verdadeiro ensino de Jesus. O falso profeta continua sagaz e traiçoeiro. Por trás de um sorriso ecumênico pode estar o coração sanguinário de um Torquemadas. Cuidado com ele.

QUEM MUDOU?
Revendo a História, concluímos que Roma continua sempre a mesma. Logo,
Quem mudou? O papa? O catolicismo? O cristianismo? Os crentes? O ensino bíblico? A teologia? Deus ou diabo? Parece-me que os crentes é que estão mudando em matéria de firmeza na fé, relaxamento doutrinário, ignorância, indiferença e descrédito da Palavra de Deus, engodados pelo “conto do vigário”, na base de melosas cortesias e sorrisos maquiavélicos. No dia 23 de março de 1996, no culto de posse dum executivo batista, um arcebispo romano, adredemente convidado, ali compareceu em trajes litúrgicos, sendo recebido ao púlpito com honrosas deferência. Concedida a palavra, ele tratou o presidente convencional de irmão, comprometendo-se a REZAR pela nossa campanha nacional de evangelização. Considerando a danosa estratégia ecumênica do Vaticano, o nome do Evangelho foi envergonhado e os batistas comprometidos. Há pouco, éramos vistos pelos católicos como “irmãos separados”. Hoje, como “irmãos unidos” e até carentes das preces vigaristas do senhor arcebispo. Acho que não é preciso descer tanto assim. Para justificar a desastrosa cinca da liderança estadual, disseram que o ideal era pregar o Evangelho ao “SÔ VIGÁRIO.” Mas se assim o fosse, por que não o fizeram pessoalmente no palácio episcopal? E por que não o deixaram ouvindo a mensagem entre os demais no auditório? Era preciso conceder-lhe a palavra a fim de espargir o veneno letal do famigerado ecumenismo? Que significação tem a palavra dum idólatra-mariólatra, representante da apostasia numa hora tão significativa para os batistas baianos? Podem os fins justificar os meios? Jamais! Pregar o Evangelho, traindo a consciência e o sangue dos santos de Deus é infidelidade que pode resultar em graves conseqüências. Outrossim, é a primeira vez na história dos batistas que um presidente convencional é tratado como irmão do padre. Isso só pode ser coisa de ecumenismo!
Mas é assim que padre anda trajado e pregando como pastor, católicos portam a Bíblia como crentes, acreditando na salvação, mesmo pelas lágrimas de Maria. A liturgia evangélica passou a ser quase a mesma nos templos católicos, em matéria de louvor e adoração. A ênfase dos chamados “dons carismáticos” tornou-se prática comum. A doutrina do Espírito Santo está sendo ensinada por freiras na mesma didática protestante. Pastores e padres já trocam púlpitos sem qualquer cerimônia e, em certas regiões, a “lourinha suada” do padre está também na mesa do pastor. Foi assim que há muito li no JB os alardes eufóricos de um líder batista nos seguintes termos: “PREGUEI NA IGREJA CATÓLICA E A AVE MARIA É NOSSA”. Este é um dos incautos que estão caindo na cilada ecumênica, perfeitamente bem armada pelo papa e seus lacaios, conforme descreve o Pr. Aníbal P. Reis no seu livro O ECUMENISMO, p.161-162. Tudo aconteceu no retiro espiritual de padres em Ribeirão Preto em 1965 quando o famigerado hierarca Agnelo Rossi, orientou a padralhada quanto a práticas ecumênicas, salientando “que os padres vigários de paróquias, onde houvesse alguma igreja protestante , deveriam fazer tudo por se tornarem amicíssimos dos crentes, especificamente dos pastores, demonstrando-lhes pública e rasgadamente tal amizade. E, enfeitado por um sorriso malicioso, apresentou o resultado: Aí o povo concluirá que tudo é a mesma coisa e quando alguém for abordado por um protestante, logo se sairá com a explicação de que tudo é a mesma coisa, haja vista a estreita amizade entre o ‘seu’ vigário e o pastor. Sugeriu-nos ainda o prelado” diz o Dr. Aníbal, “que procurássemos prestigiar o pastor, promovendo-lhe a participação ativa na diretoria de alguma sociedade recreativa ou beneficente da paróquia... Alegando que os pastores, em geral, são pessoas simples e sentir-se-ão envaidecidas quando numa solenidade forem saudados entre as autoridades eclesiásticas. Sentir-se-ão notáveis aparecendo a comboiar o sacerdote...”
Quanta armadilha satânica prá pegar as ovelhinhas incautas e sufocá-las no macaréu ecumênico, sob alívio geral de que tudo está mudado, sem saberem de que “a maior mentira é aquela que mais se parece com a verdade.” Sendo agora tudo igual, não é preciso mais se mudar de religião, grita o padre eufórico e seguro da vitória, ao sabor do assentimento geral dos fiéis. É assim que, engodado pela ”maldita bênção” de uma falsa paz, questionada e condenada em Amós 3.3 e II Co.6.14-16, o povo de Deus vai sendo tragado e sufocado vergonhosamente pelas garras aduncas do PAPA, sob total descaso de olhos que não vêem, ouvidos que não ouvem e bocas que não falam, próprios de pastores caracterizados pelos CÃES MUDOS de Isaias.56.10-11. Em face disso, o que nos resta é um cristianismo comprometido e desmoralizado que resulta no congelamento da fé e na morte das igrejas sob a perspectiva bíblica do poder avassalador do anticristo no contexto do fim.


O COMITÊ CARISMÁTICO
É o pastor Joe Terry quem nos fala sobre este assunto no JB de 24-3-96, afirmando que já existe um Comitê carismático composto de John Wimber, Oral Robert, Paul Yonggi Cho, Terry Fullam, padre Tom Forrest e Vinson Synan, operando a todo vapor no sentido de lançar uma campanha mundial de evangelização entre católicos e evangélicos carismáticos até o ano 2.000 na base de sinais e prodígios.
Segundo Terry, o plano foi exposto a 7.500 líderes evangélicos e católicos, baseado numa visão evangelística mundial do padre Forest, juntamente com o papa que deseja celebrar “O VERBO SE FEZ CARNE” no ano 2.000, num clima de união ecumênica entre CRENTES E CATÓLICOS do mundo inteiro. Numa Conferência Ecumênica na Flórida em 1995, diz Terry que Vinson Synan declarou, muito feliz, na presença de 8.000 católicos e evangélicos, que “O SENHOR ESTÁ NOS UNIFICANDO AQUI” (JB, 24-3-96, p.12). Felizmente ele não definiu de onde era o senhor, pois só pode ser das trevas. Citando a revista Carisma no artigo sobre “Católicos e Protestantes Juntam Suas Forças”, diz Terry que o bispo pentencostal Gilbert Patterson declarou que “o muro dividindo católicos e evangélicos tem que ser desfeito a fim de que a tarefa mundial de evangelização seja cumprida.”
Foi, naturalmente, pensando nisso que o presidente da Aliança Batista Mundial estremeceu o coração dos batistas brasileiros fiéis a Jesus Cristo, posando na mídia de mãos dadas com o papa e pensando num plano de “evangelização” mundial até o ano 2.000. Concordo plenamente com o pastor Terry no sentido de ser “tudo isso puro adultério do verdadeiro Evangelho”, tendo o papa como expressão máxima neste processo de prostituição espiritual, concretizada no pacto maldito.
Desde minha adolescência que aprendi a amar e admirar o Dr. Billy Graham como servo de Deus e grande pregador do Evangelho. Infelizmente, em sua velhice, ele tem capitulado sob constantes ataques do ecumenismo, tornando-se uma tristeza para os fiéis, em face de declarações comprometedoras como estas: Falando a líderes do Concílio Mundial de Igrejas, ele disse ser “um homem que tem uma mensagem evangélica e um CORAÇÃO ECUMÊNICO”. ( Carl McIntire, Outside The Gate, pp.48-49). Falando à revista Times no início de 95, ele afirmou: “João Paulo II entrará na História como o maior dos nossos modernos papas, pois ele tem sido a FORTE CONSCIÊNCIA DO CRISTIANISMO MUNDIAL”. ( O grifo é nosso).
Se seu coração é ecumênico, o problema é dele. Mas é claro que não se trata do VERDADEIRO CRISTIANISMO de Jesus Cristo, marcado pelo “Rastro de Sangue” através dos séculos, e sim D’UM FALSO CRISTIANISMO, paganizado, adulterado, arruinado, desmoralizado, anarquizado, romanizado, papolarizado, carismatizado, desavergonhado e personificado na história imoral e sanguinária do CATOLICISMO ROMANO que tem o papa como “FORTE CONSCIÊNCIA MUNDIAL”. Com seu sorriso matreiro e falsa humildade, ele tem percorrido o mundo na tentativa inusitada de fazer esquecer a triste história de seu perverso império idólatra-mariólatra, marcada pelo sangue inocente dos santos de Deus. É tal qual gigante crocodilo de boca escancarada e de sorriso largo, após ter devorado a presa. Mas nada disso nos assusta, pois continuará sendo assim até quando o Senhor Jesus arrasar pessoalmente, com “o sopro de Sua boca”, este império das trevas que se caracteriza pela mensagem ecumênica do “outro evangelho.”

A TURMA DOS KAKANGÉLICOS

KAKANGELHO é um novo vocábulo introduzido em nossa língua pelo Pr. Gerson Rocha. Achei-o tão interessante como atual. Conforme seu criador, a raiz da palavra é KAKÓS que significa mau, ruim, maligno. Assim como o EVANGELHO quer dizer boas, excelentes notícias, KAKANGELHO significa más, ruins, péssimas notícias. Consequentemente, KAKANGÉLICO é o adepto, causador, promotor e tradutor de más notícias, resultando na especialidade dos que se enquadram em tal conceito como a TURMA que mais cresce no atual contexto religioso.
Sua bandeira ecumênica alarga as fronteiras espirituais, abraçando toda espécie de aberrações teológicas na tentativa maligna de unir o bem com o mal, as trevas com a luz, o certo com o errado, o santo com o profano, Deus e o diabo na terra do ANTICRISTO. Daí tanta tristeza para os verdadeiros santos de Deus em face de inescrupulosos ideais, onde desaparece a qualidade e prevalece a quantidade. Para os kakangélicos, as fronteiras religiosas nada significam, multiplicando-se os caminhos na direção de Deus onde todos são unidos num só REBANHO na base duma só FÉ KAKANGÉLICA.
É tanto que até o papa usufruiu das benesses desta maldita união, tendo amenizada conta de sua última visita ao Brasil na casa dos SETE MILHÕES DE REAIS por doações duma igreja kakangélica. É o que noticia o Correio da Bahia de 1-9-97 nos seguintes termos: “Os evangélicos (kakangélicos) também estão financiando a viagem do papa João Paulo II ao Rio...Foi o que informou ontem emocionado o arcebispo D. Eugênio Salles à comissão responsável pelas despesas da visita papal.” Que beleza! Isso é que é amor!!
Este é um gesto próprio da fé ecumênica em nome do AMOR PAPAL que está PAPANDO indiscriminadamente o coração dos incautos no contexto do fim. Bem, após a tremenda batalha intermídia romana e kakangélica resultante de alguns chutes emocionais na inerte padroeira do Brasil, alguém teria de fazer alguma coisa a fim de reconquistar a simpatia do CHEFÃO ADVERSÁRIO. E, segundo o jornal, o gesto surtiu efeitos, pois o referido arcebispo ficou profundamente emocionado com o gesto KAKANGÉLICO. A história prova que é dando que se recebe as indulgências papais em nome duma fé ECUMENICARISMÁTICA que opera a todo vapor na base de sinais e prodígios próprios da falsidade profética, envergonhando e maculando o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo.
Um exemplo típico acaba de acontecer em Guaíba no Rio Grande do Sul, onde dois pastores kakangélicos quase foram linchados por falsas promessas de ressuscitação. Vejam o que noticiou o jornal A TARDE de 19-9-97: “A esperança de Sandro Vilar na ressurreição de seu filho Bruno...quase custou a vida de dois pastores que iriam sendo linchados pelo povo da Vila Primavera em Guaíba...Os policiais ainda procuram os pastores Ulisses e Marco Antônio da igreja Pentencostal Fortaleza de Deus que fugiram após terem prometido ressuscitar um menino morto na última segunda feira...Após quatro dias de espera do milagre prometido, a família resolveu sepultar o menino...Antes de escapar, os pastores prometeram a Sandro que seu filho ressuscitaria às 3 horas da madrugada de ontem...” Finalmente, o menino foi sepultado em estado de putrefação, deixando para trás a revoltante, vergonhosa e triste lembrança da picaratagem desavergonhada que praticam em nome de Deus, marca registrada da maldita fé “KAKANGELICARISMÁTICA”.
Mas é assim que por toda parte se alastram os cultos esdrúxulos na base de inusitadas aberrações teológicas. É o caso da teologia do SOPRO quando o CHEFÃO sopra e as vítimas caem estateladas em estado de convulsão. Do riso, quando todos riem descontroladamente a fim de provarem o transbordamento do ESPÍRITO. A do sono, onde todos adormecem e roncam tranqüilamente a fim de provarem um estado de perfeita paz com Deus. Finalmente, a teologia do arrebatamento, quando alguém entra em estado de coma total, indo ao céu e voltando, após ter batido UM LONGO PAPO com Jesus, a fim de transmitir aos outros Suas últimas ordens em ato contínuo à ressuscitação. E assim que prosseguem as multidões kakangélicas enganadas, extorquidas e exploradas em nome de Deus por gananciosos líderes, pulando, gingando, caindo e gritando ao som maligno do samba, lambada e rock in roll, completamente alienadas de toda verdade bíblica.
Há pouco esteve em nossa cidade um tal de CHANDE - ex-paquito - pulando, gritando e sambando publicamente em cima de um trio elétrico, promovido pela igreja KAKANGÉLICA DO SOPRA E CAI. A referida apresentação foi tão vergonhosa e escandalosa que arrancou protestos até dos descrentes. Um radialista famoso teceu fortes comentários contra o deprimente espetáculo, resultando em muita tristeza, dor e vergonha no coração dos verdadeiros santos de Deus. (Vida A Música do Diabo).
Felizmente o apóstolo Paulo previu tal situação, levando-o a escrever aos Gálatas 1.3, nos seguintes termos: “Mas ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro EVANGELHO (kakangelho) além do que vos tenho anunciado, seja anátema(maldito). Analisando o quadro hodierno, diríamos que se no céu entrasse tristeza, Paulo entraria em depressão, em face de tanta desobediência à sua enfática ordem em nossos dias. Não sei até onde vamos chegar. Mas se continuarem assim, teremos muita maldição ainda pela frente, com base nos constantes avanços do “outro evangelho” que bate perfeitamente, em todos os sentidos, com a inescrupulosa turma ecumênica dos kakangélicos.

O PESO DA MALDIÇÃO
Uma invisível mão pesada pairava sobre o povo de Israel quando o profeta Malaquias começou seu ministério. (Ml.1.1). Os líderes religiosos estavam conduzindo o povo totalmente ao contrário da orientação divina. As coisas de Deus eram profanadas, cinicamente, sem qualquer temor. Tudo de anormal passou a ser normal, conforme Ml.1.7-8. Era neste clima de irreverência, idolatria, profanação, rebeldia e demência espiritual que os sacerdotes se erguiam no templo para abençoar o povo. Sentindo a gravidade da situação, o profeta Malaquias dá o alerta geral, vibrando o protesto divino contra tudo isso, nos seguintes termos: “...enviarei a maldição contra vós e amaldiçoarei as vossas bênçãos e já as tenho amaldiçoado...”(Ml.2.1-2). A partir daí, o peso da maldição começou a esmagar o povo idólatra, rebelde e contumaz, tornando todas malditas as bênçãos sacerdotais. Nada de bom se pode esperar dum povo quando os gestos sagrados de seus líderes espirituais são amaldiçoados por Deus.
Na história contemporânea existe um império religioso, cujas bênçãos sacerdotais têm se tornado malditas, conforme a expressão profética. O peso da maldição tem pairado sobre o mesmo através dos séculos. Seu supremo sacerdote passou a ser universalmente reconhecido de PAPA. Tal nome é um verdadeiro insulto a Deus, considerando-se que PAPA vem da expressão latina “PATER PATRUM” que eqüivale a PAI DOS PAIS. É bom considerar o que Jesus disse em Mt.23.9, onde prevalece exatamente o sentido espiritual: “A ninguém na terra chameis vosso pai porque um só é vosso Pai, o qual está no céu”. Logo, reconhecer um mero líder religioso como o “Pater Patrum” é heresia blásfema. Pois bem, a história deste império está marcada pela maldade, imoralidade, luxúria, perversidade, perseguição e ódio contra os servos de Deus, conforme já vimos há pouco. Toda sua autoridade é na base da mentira, do engano, da falsidade, da blandícia e da espada. Sua bandeira tremula encharcada pelo sangue dos crentes.

BÊNÇÃOS PAPAIS
Milhões de dólares têm sido gastos com o papa João Paulo VI e seu séquito em suas andanças pelo mundo, de cada país beijando o solo a fim de impetrar sobre povos e governos suas bênçãos prenhes de maldição. Elias Bezerra no seu livro “Em Torno do Ecumenismo”, concatenou a seguinte lista de bênçãos papais que resultou em maldição: “O papa abençoou a Carlota de Bourbon quando voltou de Roma e, logo em seguida, ela enlouqueceu...Abençoou Maximiliano ao partir para o México e em Queretaro, ele foi fuzilado.”
“Abençoou o exército francês em 1870 e, dias depois, foi totalmente derrotado...Abençoou o príncipe Napoleão IV antes de partir para Zululândia e ali ele morreu...Abençoou o ex-presidente Washington Luiz e este terminou sendo derrotado e exilado...Abençoou o príncipe Rodolfo da Austrália e, em seguida, ele suicidou.”
“Abençoou Afonso XII e, pouco tempo depois, ele morreu em idade prematura...Abençoou o arcebispo do Peru e, 43 dias após, ele foi envenenado em Viernes Santos...Abençoou Isabel II e logo após, ela foi deposta do trono...Abençoou Francisco José, imperador da Áustria, e depois ele sofreu a terrível derrota de Sadowa...Abençoou Napoleão III e, em seguida, ele caiu prisioneiro da Prússia em Sadan, para morrer exilado e destronado... Abençoou Afonso Pena e este morreu um mes depois.”
“Abençoou o Brasil em 1905 e logo após, a nação foi enlutada com a catástrofe do Aquidaban, pragas de gafanhotos em São Paulo, secas no Sul e tremendas inundações em outros Estados...”
Em 1980 o papa esteve em nosso País, onde foi aclamado como Jesus Cristo. Nesta ocasião ele abençoou o Brasil e o presidente da República, conseguindo um feriado nacional para a Senhora Aparecida - PADROEIRA DO BRASIL. Parafraseando o Salmo 144.5, diríamos: “Infeliz é a nação cujo deus é a SENHORA APARECIDA.” Isso tem sido real em nossa “Pátria amada idolatrada”. Logo após o papa ter voado de volta para Roma, a inflação voou também, deixando o País se afogando em águas profundas do FMI. A política virou uma confusão indescritível. O presidente da República e vários ministros da época foram vítimas de enfartes e graves enfermidades. No Ceará, a terra tremeu. Cerca de mil pessoas morreram em naufrágios no Amazonas. O velho Nordeste foi vergastado, como nunca, por secas prolongadas, dizimando a criação e a plantação. Escândalos empresariais causaram rombos econômicos incalculáveis. A violência e a imoralidade atingiram índices alarmantes.
No Sul da Bahia, a região cacaueira atravessava, até então, uma das melhores fases econômicas de sua história. É tanto que o senhor prefeito de nossa cidade mandou fazer um CACAU DE OURO e presenteou ao papa de passagem pela nossa capital. Bastou isso para que a VASSOURA DE BRUXA ( fungo destruidor da lavoura) arrasasse com tudo. Hoje, de cacau é só lembrança. Ricos e pobres choram a dor da devastação total. Na mesma época, um nordestino do interior também ofereceu ao papa um jumentinho de presente. Para sorte da espécie, o papa o desprezou, deixando-o para trás, levando o cacau dourado, é claro.
Em 1985, apesar do grito nacional de “DIRETAS JÁ”, o Dr. Tancredo Neves foi eleito pelo voto das “INDIRETAS JÁ”. Exceto os malufistas, todos pularam de alegria, vendo nele o redentor de uma situação caótica e a grande esperança de um Brasil melhor. Seu primeiro passo foi voar para Roma a fim de receber a bênção papal em faustoso cortejo papolátrico, sob promessas de tornar o catolicismo, religião oficial do País. A posse foi marcada para o dia 15 de março com pompas festivas dignas do fim da ditadura militar. Mas na hora aprazada o homem não chegou. Na noite do dia 14, gravíssima enfermidade levou o presidente eleito à sala de cirurgia. Vítima de uma infecção generalizada, agonizou até a morte. Nada adiantou o turbilhão de rezas e ladainhas do papa e da igreja mariólatra. Sob o peso da maldição, o homem embarcou para eternidade com a glória do poder sufocada na garganta, enquanto o vice assumia, longe de qualquer bênção papal.
O tempo passou célere. Em 1986, foi a vez de Fernando Collor de Melo. Após a posse, ainda respirando as emoções da ululante vitória contra Lula, voou para Roma a fim de beijar o anel do papa e receber suas bênçãos, curvado aos pés da Madona Negra. Daí prá frente, foi breve a conseqüência. Execrado, vilipendiado e odiado pelas multidões dos “CARAS PINTADAS”, foi vergonhosamente deposto do poder por voto de “impeachment”, seguindo-se verdadeiro caos econômico, marcado por um macaréu de escândalos políticos nunca visto no Planalto e até morte misteriosa dos implicados.
O último exemplo de maldição em matéria de bênçãos papais, é o caso de Ronaldo Luiz Nazário de Lima – o Ronaldinho. Destacado na história como o melhor e mais caro jogador de futebol do mundo, ele foi ao Vaticano às vésperas da Copa Mundial na França, a fim de ser abençoado pelo papa João Paulo VI. Eu vi quando aquelas mãos idólatras lhe foram impostas, num ritual próprio da apostasia romana. Em termos de penta campeão do mundo, ele era a grande esperança do Brasil. De repente, o astro de primeira grandeza passou a ser alvo das mais pesadas críticas por parte dos “experts” no assunto.
Tudo veio a baixo no dia 12 de julho de 1998, quando se deu o MATCH final do grande campeonato. Horas antes de entrar em campo para disputar o título com a França, o abençoado papal desabou de vez, passando a ser, daí prá frente, “apenas uma sombra do craque que costumava decidir os jogos em lances fulminantes.” ( Veja, 22-7-98). Vítima de uma crise epiléptica, ele desmaiou, babando, tremendo, estremecendo e fazendo caretas, levando todos ao pânico com os gritos de Edmundo: “Ronaldinho está morrendo! Ronaldinho está morrendo!”. Mesmo assim, após ter sido medicado, ele entrou em campo de última hora. O resultado, todos já sabem. A última vítima das bênçãos papais afundou sua equipe que tudo dele esperava, conforme comentário de Veja, 22-7-98: “Eleito melhor jogador do mundo em duas temporadas consecutivas, Ronaldo estava destinado a ser coroado rei do mundo na França. Sua consagração definitiva deveria se dar na Copa 98, em que aterrissou como a maior estrela entre os 704 jogadores que participaram da competição. Só precisava fazer gols, muitos gols, os mais belos gols. Mas o roteiro estava errado. Aos 22 anos incompletos, perante um público de quase dois bilhões de telespectadores ao redor do mundo, Ronaldinho DESCARRILOU.” (Ibdem, p.95). Toda teoria esdrúxula para justificar o tremendo fracasso só serviu para anular totalmente a viva lembrança da MALDITA BÊNÇÃO PAPAL. O grande sonho de penta campeão do mundo ficou esmagado entre os “santinhos” nas mãos trêmulas e suadas do supersticioso Zagalo. No gramado, aos olhos do mundo inteiro, o “ABENÇOADO” tornou-se verdadeira MALDIÇÃO, resultando no vergonhoso fracasso de 3 X 0 no dia 12 de julho de 1998.
Ainda não sabemos qual será o futuro deste profissional. Como já vimos, todos que passaram pela experiência das bênçãos papais, fracassaram sob o peso da maldição. Ronaldinho poderá ser uma exceção. A história dirá o resultado. Tudo isso foi dito para mostrar a todos que jamais será possível qualquer parceria ecumênica com uma igreja marcada pela ira divina através dos séculos, em face das terríveis abominações de seus líderes e liderados. É clara a declaração de Paulo em II Co.6.14: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? A resposta é: NENHUMA.
Por isso o movimento ecumênico é ant-bíblico e contrário a vontade de Deus. E é exatamente longe da Bíblia que catolicismo, espiritismo, carismatismo, islamismo quebram as barreiras na perversa união. Todos adoram o mesmo “Deus” ou mesmos deuses. Indus, judeus, protestantes e muçulmanos já comungam juntos no Concílio Mundial de Igrejas. Espíritas, macumbeiros, umbandistas, quimbandistas e católicos estão unidos dentro ou fora dos templos para realização de seus “trabalhos”. “Os orixás da macumba estão presentes nos altares católicos”, onde Santo Antônio é Ogum, São Jorge é Oxóssi, Santa Bárbara é Inhansan, N.S. da Conceição é Oxum, São Cosme e Damião é Ererê, São Sebastião é o Sultão das Matas, onde o crucifixo serve a crédulos e incrédulos e água benta lava pecado de beatos e de hereges. Conforme I Jo.1.7, “andar na Luz” é a base fundamental de qualquer união espiritual. Fora disso, é jugo desigual, desastre fatal, coisa do anticristo no contexto do fim. Assim sendo, só resta aos verdadeiros servos de Jesus Cristo, total obediência ao grito milenar de urgente separação, conforme descrito em Apocalipse 18.1-4: “...Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios e coito de todo o espírito imundo e de toda a ave imunda e aborrecível...SAI DELA, POVO MEU”. (Extração do livro NO CONTEXTO DO FIM.(Quem quiser mais é só pedir o livro)

3 Comentários:

joelcunha disse...

pastor samuel Barreto! porque estais a falar tantas besteiras se voce ja fas parte do ecumenismo, celebra páscoa, comemora natal de um salvador Romano, e de quebra leva o noel (são nicolau) para casa, festa jesuina do ídolo (são joão) santa ceia que é o mesmo que a (hóstia) católica, celebra o domingo como o dia do Senhor, quando nas escrituras sagradas de genesis a apocalipse, nos diz que é o sabado o dia do Eterno, sua teologia aprendida vem de Roma, téo ( estudo de deuses) hermeneutica ( do deus hermes) o senhor e sua denominação ja obdece as regras dos católicos romanos, e os comentados pelo senhor que foram torturados e mortos, foram os Judeus (yehudim) pois cristoês éram e são os católicos romanos e quando eles dizem que voces são irmãos separados eles estão com toda a razão, saia de roma meu querido, pois o senhor ja está nela desde que aceitou o senhor deles ( jesus cristo) o senhor verdadeiro é YESHUA HA¨MASHIA JUDEU YSRAELITA, e não o alfa e omega ( grego romano) que se uniram para enganar as nao~es.

NIVALDOSALVO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
NIVALDOSALVO disse...

Joel, quer dizer que o problema é o domingo. Não é?! No seu caso, como é o sábado, está tudo bem! Nem sábado nem domingo. Só o Senhor JESUS Cristo (João 14:6). Sua "doutrina" sabatista, de adoração aos sábados é, escancaradamente, idólatra. Estás muito longe do Senhor Jesus Cristo. Quem afirma isto é Deus. Leia: " Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído." Gál. 5:4. Na verdade, nem sabes porque Deus ordenou que os judeus guardassem o dia de sábado. Por eles estarem guardando de forma errada, como para salvação e não lembrança (Deut. 5:15), Deus o renegou (Isaías 1:13). O próprio Senhor Jesus Cristo nunca guardou o sábado. Entrava nas sigagogas nos sábados para pregar a salvação só por Ele aos sabatistas como você. O intento do Senhor Jesus Cristo era que os sabatistas, como você, se convertessem a Ele, e não aos sábados. Leia: "E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus." João 5:17 e 18. Seja mais "cristão" e menos religioso legalista! Assim, aprenderá a tratar os servos de Deus com amor. Quem sabe, se você deixar, Deus transformará o teu coração num coração cheio de amor, SEM ÓDIO, aos servos de Deus. Minha oração é que você deixe de ser religioso legalista e se converta ao Senhor Jesus Cristo. Só assim aprenderá o que significa o verdadeiro amor. A propósito, as suas "doutrinas" decorativas não estão muito em dia. Há documentos históricos comprobatórios do nome IESUS (JESUS), antes da fundação da igreja católica, em 325 d.C., no Concílio de Nicéia, e da sua seita. Não me venha com lorota sobre Jerônimo porque não cola. Sua seita precisou de mais de um milênio para "descobrir" em "revelação" que o nome JESUS estava incorreto. Que coisa! Então os crentes da Idade Média estão bem inferiores aos adeptos da usa seita. Não irei conduzi-lo aos documentos... Darei algumas pistas para que você tenha o trabalho de procurar e parar de repetir heresias decoradas, como se fosse um papagaio. Procure os papiros 45, 46 e 47 (Chester Beatty), Papiri Bodmeriani, 66, 75 e 76 - Biblioteca Bodmer (Geneve-Suiça), papiro 75 -175 AD, etc. Receba a Paz que você ainda não conhece.

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